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Psicodiagnóstico Interventivo Infantil




A cerca do Psicodiagnóstico entende-se segundo Silvia Ancona Lopez “como uma coleta de dados sobre a qual organizaremos um raciocínio clínico que orientará o processo terapêutico”, podemos citar dois tipos, o Psicodiagnóstico Tradicional, voltado para fazer uma espécie de triagem breve para a partir daí encaminhar o paciente para o respectivo especialista que irá tratá-lo e o Psicodiagnóstico Interventivo que além de buscar entender a queixa trazida no contexto da dinâmica de vida do indivíduo usa-se de intervenções neste processo.

O psicodiagnóstico Interventivo atua como um modo de cooperação entre os envolvidos neste processo, todos tem uma grande importância na formulação da hipótese para o modo de ser e estar do paciente, que antes era um agente passivo, a partir deste novo olhar para o psicodiagnóstico torna-se um parceiro ativo e envolvido no trabalho de compreensão e no possível encaminhamento caso seja necessário, o paciente torna-se corresponsável pelo trabalho desenvolvido. O psicólogo não atua mais como técnico, como profissional detentor do saber que procura dar respostas às perguntas trazidas pelos pais, mas sim usa-se de seus conhecimentos teóricos, técnicos e provindos de sua experiência pessoal como mais um ponto de vista, os pais e o psicólogo observam, procurando compreender o que está sendo vivenciado pela criança, desta forma a partir da compreensão da dinâmica familiar, o psicólogo pode dar sugestões a respeito daquilo que lhe pareça poder ajudar em um desenvolvimento mais harmonioso.

Na hora lúdica diagnóstica com a criança deve se procurar estabelecer um vínculo, explicando a criança o trabalho do psicólogo, verificando se a criança sabe porque ela está ali, quais são suas fantasias e temores, apresentando uma linguagem de fácil acesso para crianças. O uso de testes psicológicos varia de caso para caso, alguns é importante se utilizar deste tipo de ferramenta e outros não, seus resultados se apresentam como definições objetivas a respeito do cliente, deve-se estar aliado ás observações do psicólogo, sua experiência e conhecimentos.


Sarah Gomes, psicóloga, CRP 01/21512

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