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Transtorno de Ansiedade – Síndrome do Pânico




Atualmente temos visto falar muito sobre a ansiedade, muitas pessoas apresentam quadros patológicos desse estado. Dentre os transtornos de ansiedade mais conhecidos está a Síndrome do Pânico, que faz com que o indivíduo se sinta paralisado frente a algum medo, definição essa que exemplifica bem o estado ansioso patológico desse transtorno, pois se trata de um medo tão grande que afeta a vida diária, os relacionamentos e a qualidade de vida dos indivíduos acometidos por esse quadro e dos que os cercam.

Nesse transtorno ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo

ruim aconteça, apesar de não haver nenhum motivo para isso, não há provas concretas de que algo ruim acontecerá, porém para quem sofre com a Síndrome do Pânico o organismo fica a maior parte do tempo atento, a espera de algo ruim que trará sofrimento, porém esse estado de alerta por si mesmo é carregado desse temido sofrimento. Também é marcado por muito medo e desespero, além de sintomas físicos e emocionais. Quando está em crise o indivíduo experimenta a sensação de que vai morrer, ou de que perdeu o controle sobre si mesmo e vai enlouquecer, sentindo então uma grade angustia.

A Síndrome do Pânico afeta mais as mulheres do que os homens. A primeira crise pode

ocorrer em qualquer idade, mas costuma acontecer na adolescência ou no início da idade adulta. Os sintomas apresentados são:

 Medo de morrer;

 Medo de perder o controle e enlouquecer;

 Despersonalização (impressão de desligamento do mundo exterior, como se a

pessoa estivesse vivendo um sonho) e desrealização (distorção na visão de mundo e

de si mesmo que impede diferenciar a realidade da fantasia);

 Dor e/ou desconforto no peito que podem ser confundidos com os sinais do infarto;

 Palpitações e taquicardia;

 Sensação de falta de ar e de sufocamento;

 Asfixia;

 Sudorese;

 Náusea ou desconforto abdominal;

 Tontura ou vertigem;

 Ondas de calor e calafrios;

 Adormecimento e formigamentos;

 Tremores, abalos e estremecimentos.

Caso tenha se identificado com alguns desses sintomas, e percebe que isso tem afetado de forma negativa a sua qualidade de vida, procure um profissional especializado para ajudá-lo.

Estamos à disposição!


Autor da publicação: Sarah Gomes, psicóloga, CRP 01/21512

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